GEduc 2026: nova diretoria do Sieeesp presente!

Imprensa • 25 de março de 2026

Evento tem um "papel fundamental na evolução das escolas, discutir desafios e conhecer soluções", afirma Marlene Schneider, presidente do Sieeesp

Na último mês aconteceu o GEduc 2026, e o Sieeesp esteve presente com a nova presidente da entidade, Marlene Schneider, juntamente com várias outras figuras de destaque do meio educacional.

Marlene destacou a importância do evento: "O GEduc tem um papel fundamental na evolução dasq escolas, pois cria um espaço de troca real entre profissionais da educação. Não se trata apenas de assistir a palestras, mas de compartilhar experiências, discutir desafios comuns e conhecer soluções que já estão sendo aplicadas em outras instituições."

Após a abertura de Sonia Simões, CEO da HUMUS, Head de Conteúdo do GEduc e presidente do Instituto ELA Educadoras do Brasil, o Dean da FIA Business School, Mauricio Jucá de Queiroz, reforçou a relevância do evento.

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O destaque do dia ficou por conta da atriz, humorista e autora Heloisa Périssé, que abordou o tema "O futuro se cria com a mente aberta: o olhar sensível para novos tempos". Segundo Heloisa, para uma educação de qualidade, é essencial que os profissionais atuem com a mente aberta, evitando a padronização de ideias.

A segunda palestra da manhã foi "Arquitetar futuros: a estratégia para sobreviver e prosperar no amanhã", na qual Sandro Magaldi, um dos maiores especialistas em gestão estratégica e inovação no Brasil, falou sobre estratégias de negócios e como as capacidades podem atender às demandas do mercado.

No período da tarde, tivemos a participação de Rommel Domingos, da Bernoulli Educação, com a palestra “Da apatia ao protagonismo: como engajar estudantes em um modelo educacional que ainda é anacrônico”. Também ocorreu o painel “Internacionalização escolar: estratégia para transformar sua escola em uma porta de acesso ao mundo”, com Luciana de Souza Brentano (Abrasep), Lara Crivelaro (Efígie), Max Franco (Colégio Sion) e Karina Nazzari (Cultura Inglesa).

No período da tarde, tivemos a participação de Rommel Domingos, da Bernoulli Educação, com a palestra “Da apatia ao protagonismo: como engajar estudantes em um modelo educacional que ainda é anacrônico”. Também ocorreu o painel “Internacionalização escolar: estratégia para transformar sua escola em uma porta de acesso ao mundo”, com Luciana de Souza Brentano (Abrasep), Lara Crivelaro (Efígie), Max Franco (Colégio Sion) e Karina Nazzari (Cultura Inglesa).

Além disso, houve a apresentação “Avaliação além da prova: métricas inteligentes e feedbacks que constroem aprendizagem”, conduzida por Idelfranio Moreira, da SAS Educação.

O evento contou ainda com mais de 60 expositores e mais de 1.800 participantes ao longo dos três dias.

FENEP: Conselho de Representantes se reúne no GEduc

Durante o GEduc 2026, foi realizada a 2ª Assembleia Geral do Conselho de Representantes da FENEP, reunindo lideranças da educação privada de todo o país para debater pautas estratégicas e os desafios do setor.

Entre os principais temas discutidos estiveram o andamento dos cursos e lives promovidos pela FENEP, atas dos colegiados, relatórios de reuniões do CAPEP, CRECEEP e CAEP, além de questões importantes como a Portaria nº 50/2018 e o reconhecimento da base de representação da entidade pelo TRT.

Também entraram em pauta a prestação de contas, a contribuição anual das escolas, o fórum de negociação coletiva da Confenen e o Congresso FENEP, reforçando o compromisso com a organização e o fortalecimento do setor.

O encontro, realizado de forma presencial e remota, destacou a importância da atuação conjunta em um cenário de constantes transformações na educação.

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A volta do Sieeesp foi um dos momentos marcantes da reunião. “A FENEP tem uma gratidão imensa por ter você, Marlene, como presidente do Sieeesp, mas, acima de tudo, por ter o Sieeesp de volta conosco”, afirmou Amábile Pácios.0

Marlene Schneider também destacou o significado desse retorno: “É um lugar onde sempre fui acolhida, e me sinto feliz e honrada por estar de volta. Estamos retornando aos poucos.”

Desafios e propostas para uma liderança educacional de excelência

No Fórum de Líderes Educacionais, Cynara Bastos, referência em desenvolvimento de lideranças e organizações, falou sobre "Neuroliderança: a interseção entre o funcionamento do cérebro e a eficácia na liderança". Ela destacou quatro elementos básicos na neuroliderança:

  • Tomada de decisão e resolução de problemas;
  • Regulação emocional;
  • Influência sobre os seguidores por meio da cooperação;
  • Facilitação da mudança organizacional.

Antes de Cynara, o pesquisador em liderança educacional, Renato Casagrande falou sobre como a liderança institucional faz a diferenciação na educação. "O diretor, com mais de 30 anos de carreira, foi formado em um mundo que não existe mais". Casagrande reforça que o principal problema da liderança não é a falta de esforço, mas sim a não percepção do problema real.

  • Liderança: inspira "por que" fazer;
  • Gestão: articula "como" fazer;
  • Administração: orça "o que" fazer.

Educador, palestrante e gestor educacional, Jones Brandão conta o que significa os 3Ps da gestão escolar e como eles podem trazer bons resultados para as estratégias da escola.

  • Propósito nos diz por que fazemos o que fazemos;
  • Processo nos diz como precisamos fazer para atingir a meta;
  • Pessoas são o alvo para quem fazemos e com quem fazemos.

Segundo ele, uma meta é um objetivo “almejado” que pode ser mensurado e claramente definido. É necessário que todo projeto, plano, empreitada tenha uma meta (ou metas) previamente estabelecida(s), pois serve(m) como motivação para a jornada e como indicador de avaliação ao final da jornada.

As fundadoras do SOS Educação, Roberta e Taís Bento, mãe e filha especialistas na relação família-escola, na palestra "Cultura de excelência: a liderança que move a educação", ambas reforçaram a importância e os desafios de se construir uma cultura de excelência na escola.

Saúde mental no limite e desvalorização da escola como instituição são alguns dos pontos destacados.

Cultura organizacional, inovação e ação estratégica para ter relevância educacional

No último dia de GEduc, no painel de Jornada de Inovação e IA, o reitor da PUCRS, Manuir Mentges explicou como a "Inovação como cultura e estratégica" pode ser aplicada para uma qualidade de ensino superior. Segundo ele, mais do que incorporar novas tecnologias ou metodologias, inovar no ensino superior significa cultivar uma cultura institucional capaz de aprender, experimentar e transformar conhecimento em impacto para a sociedade.

Currículos flexíveis, metodologias ativas, uso inteligente de tecnologias digitais, incentivo à pesquisa aplicada e à transferência de conhecimento são exemplos de escolhas estratégicas que fortalecem a relevância social da universidade por meio da inovação.


Hybrid Skills, as competências do futuro

Num mundo cada mais tecnológico e com vários tipos de IAs surgindo todos os dias, o Gerente de Relacionamento e Novos Negócios no SINEPE – MG, Alan Jhones, o diretor administrativo- financeiro do colégio IEMP, Bruno Lyra e o diretor executivo do IEMP, Guilherme Goulart, fizeram uma dinâmica sobre "Humanos e tecnológicos: a nova arquitetura das competências do futuro", e debateram sobre a importância das Hybrid Skills, que são uma fusão entre conhecimento técnico e habilidades humanas avançadas.

Elas vão além da programação e da comunicação, combinando pensamento crítico, adaptabilidade e domínio de novas tecnologias com criatividade e empatia. Essa interseção entre o mundo analítico e o humano será o grande diferencial para profissionais que querem continuar relevantes. Confira algumas Hybrid Skills:

  • Alfabetização em IA e Dados,
  • Resolução Criativa de Problemas;
  • Liderança Digital;
  • Pensamento Crítico e Ético;
  • Comunicação Avançada e Multimodal;
  • Aprendizado Contínuo e Adaptabilidade.

"Ou você tem medo do fogo ou vai aprender a usar", finalizou Jhones.

Integrar IA, currículos e tecnologias de forma estratégica

Na palestra sobre "Evidência à prática: IA, currículo e tecnologias para uma educação transformadora", Ana Carolina de Castro Rodrigues, pesquisadora em projetos interinstitucionais, abordou como integrar IA, currículo e tecnologias educacionais de forma estratégica, e não apenas adotar ferramentas novas, mas repensar como o processo de ensino e aprendizagem acontece.

Para Ana Carolina a tecnologia, por si só, não transforma a educação: o impacto real surge quando ela está alinhada aos objetivos pedagógicos e ao desenvolvimento dos estudantes.

 

Transformando o ambiente escolar

Na palestra, a pedagoga Renata Gazzinelli, que é diretora de Inteligência Pedagógica do Bernoulli Sistema de Ensino, provocou reflexões sobre a realidade das instituições de ensino e o que é esperado do futuro no aspecto de estratégias e planos de ação.

Para ela, planejar o ambiente de aprendizagem e o currículo é tarefa indispensável para os líderes escolares que querem, de fato, transformar a educação através do ambiente escolar.

 

Matrículas: famílias não querem só preço

No destaque do período da tarde, a consultora em gestão econômico-financeira, Marina Cordaro Camargo, falou como criar estratégias e práticas para impulsionar matrículas. "Não podemos esperar um desempenho igual era antes, temos que ser criativo com o que temos".

Durante sua fala, Marina Cordaro abordou caminhos para impulsionar matrículas, mostrando como posicionamento, relacionamento com famílias e uso de dados podem gerar melhores resultados.

 

O que faz diferença

A escola precisa deixar evidente o que a torna diferente: metodologia, resultados, formação integral, inovação, acolhimento. Famílias não escolhem só preço, escolhem confiança e propósito. Depois, posicionamento e comunicação consistentes.

Marina afirma que não basta ser bom, é preciso parecer relevante. Presença digital ativa, redes sociais bem trabalhadas e uma comunicação que fale a linguagem das famílias fazem muita diferença.

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