MEC publica desempenho de escolas no Enem de 2025; saiba como consultar

Pedagógico • 24 de junho de 2026

É possível procurar colégios pelo nome e por bairro para saber como foram os estudantes no exame

Com a divulgação dos resultados individuais do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio), é possível também consultar o desempenho de cada escola brasileira, por meio dos dados públicos do Ministério da Educação (MEC).


As médias são divididas de acordo com cada área da prova objetiva: Matemática e suas tecnologias, Linguagens, Ciências Humanas e Ciências da Natureza. Cada aluno tem uma nota atribuída, que soma as médias das áreas com a nota da redação, um texto dissertativo.


Em 2025, o tema da redação do Enem foi "Perspectivas acerca do envelhecimento na sociedade brasileira", exigindo que os candidatos desenvolvessem uma dissertação argumentativa e uma proposta de intervenção condizente com a realidade brasileira.

 

Confira abaixo como fazer a consulta por escola

Para consultar, é necessário acessar os dados brutos disponibilizados pelo MEC no portal do Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira), autarquia responsável pela organização do exame nacional. Os dados estão disponíveis para acesso por toda a população, respeitando leis de transparência.



Na busca, deve-se informar o nome da escola da forma como foi cadastrada no MEC, na área "Enem" da seção de microdados. O nome de algumas instituições pode diferir entre o nome comercial e o CNPJ. Além disso, colégios cujo número de alunos que prestaram o exame foi inferior a 10 não entram nos registros.


Também consta no cadastro o tipo de instituição, pública ou privada, a cidade onde está sediada e o número de estudantes que cursaram o 2º e o 3º ano do Ensino Médio no mesmo colégio, de 2024 para 2025.

 

Link da matéria: https://www.cnnbrasil.com.br/educacao/mec-publica-desempenho-de-escolas-no-enem-de-2025-saiba-como-consultar/#goog_rewarded

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O ministro da Educação, Leonardo Barchini, homologou as diretrizes para o ensino e o aprendizado da arte na educação básica. Produzida pela Câmara de Educação Básica do Conselho Nacional de Educação (CNE), a norma complementa a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), orienta os sistemas de ensino e as escolas e reforça a importância da arte na formação integral dos estudantes brasileiros. O documento trata a arte como campo de conhecimento e destaca que o ensino deve ser organizado em quatro componentes: artes visuais, dança, música e teatro. Evento ocorreu na sede do Ministério da Educação (MEC), em Brasília (DF), e contou com a presença da ministra da Cultura, Margareth Menezes, e do presidente do CNE, Cesar Callegari. Ao garantir que as escolas ensinem sobre conteúdos, métodos, processos de criação, referências culturais e formas próprias de produzir conhecimento, as diretrizes buscam combater a noção de que a arte é uma atividade secundária, recreativa ou destinada apenas a complementar festas e datas comemorativas. Além disso, em um mundo cada vez mais dominado por tecnologias e pela instantaneidade, a Resolução CNE/MEC Nº 5, de 18 de agosto de 2026 estabelece a arte como campo essencial à formação humana, capaz de promover a criatividade, o pensamento crítico e o diálogo com outras áreas. Entre as novas diretrizes estão: Arte como prática integradora – Deve ser vista como prática educativa com potencial para integrar experiências dentro e fora do ambiente escolar. Processos criativos e reflexivos – O ensino envolve criação, experimentação, apreciação e reflexão crítica, além da técnica e da reprodução. Contextualização e análise crítica – Analisar obras em seus contextos históricos, sociais e culturais amplia o repertório cultural dos estudantes. Desenvolvimento integral do estudante – O ensino de arte favorece o desenvolvimento cognitivo, afetivo, social, cultural e estético dos estudantes. Caberá às redes de educação definirem uma carga horária equilibrada e coerente para cada componente curricular de arte, com a implementação de dois por ano, evitando sobreposições e garantindo a continuidade da aprendizagem. Além disso, as escolas também deverão avaliar as condições físicas e pedagógicas para ofertar os componentes; elaborar planos com metas progressivas para melhorar espaços, materiais e recursos; integrar o espaço escolar com equipamentos culturais e artísticos locais; e fomentar parcerias com a comunidade para enriquecer a educação. Link da matéria: https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2026/agosto/mec-homologa-diretrizes-para-ensino-de-arte-na-educacao-basica
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