Presidente do SIEEESP é homenageada na abertura da Bett Brasil 2026

Imprensa • 5 de maio de 2026

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A presidente do SIEEESP, Marlene Schneider, foi homenageada, hoje, durante a abertura oficial da Bett Brasil 2026, um dos maiores encontros de inovação e tecnologia para a Educação da América Latina. A cerimônia reuniu educadores, gestores e especialistas para debater os caminhos da educação diante das transformações tecnológicas e humanas da atualidade. Além de Marlene, participaram da mesa de abertura Juliana Velho, chefe de gabinete da Secretaria Estadual de Educação de São Paulo; Ana Úngari Dal Fabbro, coordenadora-geral de Tecnologia e Inovação da Educação Básica no MEC; Priscila Cruz, presidente e cofundadora do Todos pela Educação; Débora Garofalo, considerada a professora mais influente do mundo pela Teacher Prize e referência em políticas educacionais.


Na plenária de abertura, a diretora-geral da Bett Brasil, Cláudia Valério, destacou a importância do tema central desta edição: “Inteligências Individuais, coletivas e artificiais: todas em nós, agora! Quando elas dialogam, a educação se transforma.”

Durante o encontro, um dos pontos mais comentados foi a reflexão sobre os desafios da educação contemporânea. Para as participantes da mesa de abertura, o maior desafio talvez não seja apenas tecnológico, mas humano: compreender como a tecnologia pode fortalecer relações, ampliar oportunidades e tornar o ensino mais significativo.


A plenária lotada contou com a presença de grandes mulheres referências na educação brasileira. Entre os destaques que chamaram a atenção do público esteve a participação da humanóide Eugênia, novidade desta edição da Bett Brasil 2026 e símbolo das discussões sobre inteligência artificial e interação humana no ambiente educacional.

Outro momento marcante foi a fala da educadora premiada internacionalmente Débora Garofalo, que ressaltou o papel transformador da educação no desenvolvimento dos estudantes. “O mais importante foi fazer meus estudantes sonharem”, afirmou.


Os debates também reforçaram que a tecnologia deve ser encarada como aliada do processo pedagógico. “A tecnologia é uma grande parceira quando a trazemos para o processo pedagógico”, destacou Débora Garofalo.


Ressaltaram que inovação só faz sentido quando está a serviço das pessoas e ajuda a resolver os desafios diários enfrentados pelos educadores dentro e fora da sala de aula.

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O ministro da Educação, Leonardo Barchini, homologou as diretrizes para o ensino e o aprendizado da arte na educação básica. Produzida pela Câmara de Educação Básica do Conselho Nacional de Educação (CNE), a norma complementa a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), orienta os sistemas de ensino e as escolas e reforça a importância da arte na formação integral dos estudantes brasileiros. O documento trata a arte como campo de conhecimento e destaca que o ensino deve ser organizado em quatro componentes: artes visuais, dança, música e teatro. Evento ocorreu na sede do Ministério da Educação (MEC), em Brasília (DF), e contou com a presença da ministra da Cultura, Margareth Menezes, e do presidente do CNE, Cesar Callegari. Ao garantir que as escolas ensinem sobre conteúdos, métodos, processos de criação, referências culturais e formas próprias de produzir conhecimento, as diretrizes buscam combater a noção de que a arte é uma atividade secundária, recreativa ou destinada apenas a complementar festas e datas comemorativas. Além disso, em um mundo cada vez mais dominado por tecnologias e pela instantaneidade, a Resolução CNE/MEC Nº 5, de 18 de agosto de 2026 estabelece a arte como campo essencial à formação humana, capaz de promover a criatividade, o pensamento crítico e o diálogo com outras áreas. Entre as novas diretrizes estão: Arte como prática integradora – Deve ser vista como prática educativa com potencial para integrar experiências dentro e fora do ambiente escolar. Processos criativos e reflexivos – O ensino envolve criação, experimentação, apreciação e reflexão crítica, além da técnica e da reprodução. Contextualização e análise crítica – Analisar obras em seus contextos históricos, sociais e culturais amplia o repertório cultural dos estudantes. Desenvolvimento integral do estudante – O ensino de arte favorece o desenvolvimento cognitivo, afetivo, social, cultural e estético dos estudantes. Caberá às redes de educação definirem uma carga horária equilibrada e coerente para cada componente curricular de arte, com a implementação de dois por ano, evitando sobreposições e garantindo a continuidade da aprendizagem. Além disso, as escolas também deverão avaliar as condições físicas e pedagógicas para ofertar os componentes; elaborar planos com metas progressivas para melhorar espaços, materiais e recursos; integrar o espaço escolar com equipamentos culturais e artísticos locais; e fomentar parcerias com a comunidade para enriquecer a educação. Link da matéria: https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2026/agosto/mec-homologa-diretrizes-para-ensino-de-arte-na-educacao-basica
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