Escolas podem se inscrever até 1º de setembro em Olimpíada de Educação Financeira

Imprensa • 27 de agosto de 2026

A participação é gratuita e destinada a estudantes do sexto ano do ensino fundamental ao ensino médio, de escolas públicas e privadas

Terminam em primeiro de setembro as inscrições para a Olimpíada Brasileira de Educação Financeira. A inscrição, gratuita, deve ser feita pelas escolas e podem participar estudantes do sexto ano ao ensino médio de instituições públicas e particulares. O senador Jaime Bagattoli, do PL de Rondônia, destaca que quanto mais cedo a criança aprender sobre educação financeira, menor é a possibilidade de superendividamento no futuro.


(Jaime Bagattoli) Essa educação financeira, ela precisa estar dentro da sala de aula, precisa estar na faculdade, teria que estar lá no primeiro grau, porque um grande problema hoje do grande endividamento do país é que as pessoas, as famílias não conseguem controlar os seus gastos com o seu ganho.


A olimpíada de educação financeira é organizada pela Secretaria do Tesouro Nacional e pela B3, a Bolsa de Valores de São Paulo. Para saber mais informações sobre o evento e como inscrever suas escola, acesse olitef (soletrando: O-L-I-T-E-F).com.br. Da Rádio Senado, Rodrigo Resende.


Por Rodrigo Resende- Link da matéria: https://www12.senado.leg.br/radio/1/noticia/2026/08/26/escolas-podem-se-inscrever-ate-1o-de-setembro-em-olimpiada-de-educacao-financeira

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O ministro da Educação, Leonardo Barchini, homologou as diretrizes para o ensino e o aprendizado da arte na educação básica. Produzida pela Câmara de Educação Básica do Conselho Nacional de Educação (CNE), a norma complementa a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), orienta os sistemas de ensino e as escolas e reforça a importância da arte na formação integral dos estudantes brasileiros. O documento trata a arte como campo de conhecimento e destaca que o ensino deve ser organizado em quatro componentes: artes visuais, dança, música e teatro. Evento ocorreu na sede do Ministério da Educação (MEC), em Brasília (DF), e contou com a presença da ministra da Cultura, Margareth Menezes, e do presidente do CNE, Cesar Callegari. Ao garantir que as escolas ensinem sobre conteúdos, métodos, processos de criação, referências culturais e formas próprias de produzir conhecimento, as diretrizes buscam combater a noção de que a arte é uma atividade secundária, recreativa ou destinada apenas a complementar festas e datas comemorativas. Além disso, em um mundo cada vez mais dominado por tecnologias e pela instantaneidade, a Resolução CNE/MEC Nº 5, de 18 de agosto de 2026 estabelece a arte como campo essencial à formação humana, capaz de promover a criatividade, o pensamento crítico e o diálogo com outras áreas. Entre as novas diretrizes estão: Arte como prática integradora – Deve ser vista como prática educativa com potencial para integrar experiências dentro e fora do ambiente escolar. Processos criativos e reflexivos – O ensino envolve criação, experimentação, apreciação e reflexão crítica, além da técnica e da reprodução. Contextualização e análise crítica – Analisar obras em seus contextos históricos, sociais e culturais amplia o repertório cultural dos estudantes. Desenvolvimento integral do estudante – O ensino de arte favorece o desenvolvimento cognitivo, afetivo, social, cultural e estético dos estudantes. Caberá às redes de educação definirem uma carga horária equilibrada e coerente para cada componente curricular de arte, com a implementação de dois por ano, evitando sobreposições e garantindo a continuidade da aprendizagem. Além disso, as escolas também deverão avaliar as condições físicas e pedagógicas para ofertar os componentes; elaborar planos com metas progressivas para melhorar espaços, materiais e recursos; integrar o espaço escolar com equipamentos culturais e artísticos locais; e fomentar parcerias com a comunidade para enriquecer a educação. Link da matéria: https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2026/agosto/mec-homologa-diretrizes-para-ensino-de-arte-na-educacao-basica
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